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Marapuama

 

Marapuama é uma planta medicinal usada desde os tempos antigos pelas civilizações da época como um estimulante sexual e bom vasodilatador para vasos sanguíneos. Também chamada de Liriosma, ou pau-homem, também é usada para eliminar as celulites. Com isso, percebe-se tamanho valor da Marapuama no cardápio. Com os avanços tecnológicos desde a terceira revolução industrial, os medicamentos ganharam modernizações, em níveis exponenciais, para a indústria farmacêutica. Entretanto, o malefício é aparente com os remédios genéricos, que são mal formulados por seus criadores, surgindo misturas racêmicas negativamente compatíveis com o corpo humano.

 

Um exemplo disso, é o uso de estimulantes sexuais industrializados, que geram reações alérgicas no organismo do consumidor. Porém, o uso de Marapuama encontra-se como vantajoso em relação a essas dores, pois são de extrema segurança, por ser unicamente natural. A possível alteração (que não interfere em nada) é a retirada do extrato pra produzir formas mais práticas de consumo. Com isso, diversos problemas acarretados pelos produtos industrializados geram a fama e opção do uso de tratamentos fitoterápicos, como fonte segura de resolver doenças relacionadas. Em resultado disso, uma das inúmeras procuras é a planta Marapuama, utilizada originalmente por indígenas e que nos tempos atuais é reconhecida como “Viagra natural”.

 

Quer saber mais sobre a planta indígena Marapuama? Acompanhe o texto a seguir, pois adiante, veremos o que é Marapuama, quais são suas funções, os nutrientes presentes em sua composição e seus detalhes, os benefícios que ele pode nos trazer, maneiras de consumir e os devidos cuidados necessários para obter maior aproveitamento no organismo. Confira!


 
O que é Marapuama?

De essência brasileira, a Marapuama é uma planta bastante presente na região amazônica, sendo muito usada por indígenas antes mesmo que Pedro Álvares Cabral descobrisse o Brasil e o colonizasse. Pode ser denominada também como Muirapuama, Muiratã, Liriosma, “Viagra da Amazônia” ou “Viagra natural”. Da espécie Ptychopetalum uncinatum, Marapuama é um cipó abundante na Floresta Amazônica, de flores brancas com forte perfume. Seu nome advém do Tupi, língua mais comum entre os índios. É caracterizada por suas propriedades afrodisíacas, localizadas na casca da raiz. Por essa razão, é apelidada de “ginseng brasileiro”.

 

De forma tradicional, a erva do Marapuama era utilizada por tribos indígenas como meio natural de realizar tratamentos contra disfunção sexual. O principal método de consumo era a mastigação de cascas, raízes e caules da planta para adquirir os nutrientes necessários para tal benefício se cumprir. É uma pequena árvore ou arbusto, que pode ter até 15 metros de altura. O tronco ter uma cor aparentemente similar ao cinza e os frutos tem cores amarelas e alaranjadas. O Marapuama já foi listado pela Farmacopeia do Brasil em 1956, além ser membro da Farmacopeia British Herbal. Na Europa, é usado para tratamentos fitoterápicos desde o início do século XX. O Marapuama também pode ser encontrado com o nome de “Madeira Potente”.

 

Quais os principais nutrientes do Marapuama?

O Marapuama por ser uma planta de origem amazônica, maior ecossistema do mundo e responsável por grande troca gasosa do planeta entre gás carbônico e oxigênio, possui diversos nutrientes que são ativamente influenciadores dos benefícios que ele pode trazer para o nosso corpo. Além do mais, o marapuama é utilizado como fonte nutricional para repor outros componentes que se ausentam do corpo ao longo do tempo, proporciona maior produção de energia para o dia a dia, aumenta a sensação de saciedade como todo vegetal, desenvolve melhoras no sistema nervoso e outros sistemas. Confira agora, quais são esses nutrientes e seus respectivos detalhamentos:

 

Alcaloide: Alcaloides presentes na marapuama são os compostos que possuem aminas cíclicas em suas estruturas moleculares, contendo nitrogênio como característica principal dessa função orgânica. Podem ser criados em laboratórios, mas sua origem mesmo e a vegetal, como o nosso assunto. O sabor amargo de algumas plantas, inclusive da Marapuama, é causado pelas aminas alcaloides na composição das folhas!

 

Seu papel, inicialmente, é para a defesa da Marapuama contra insetos e predadores. Porém, no uso da planta para tratamentos médios, é utilizado os dois principais alcaloides que temos no mundo dos nutrientes. O primeiro deles é a cafeína, importante pigmento que dá maior “disponibilidade” para o organismo, produzindo energia principalmente por intermédio de gorduras. O segundo é a Morfina. Esse último tem referência em seu nome ao Deus Grego do Sono, Morfeu. Sua função é ser um medicamento para induzir ao sono e propiciar efeitos analgésicos contra dores excessivas nos usuários.

 

Monoterpenos: São hidrocarbonetos isômeros de (C5H8)n do Marapuama encontrados em óleos essenciais de coníferas, resinas, bálsamos e usados como solventes na síntese orgânica. Monoterpenos, em específico, são terpenos que possuem apenas uma unidade de isopropeno, justificando o fato de ter o prefixo “mono-“. O principal terpeno encontrado na planta é o Mirceno, que obtém funcionalidades contra inflamações, tensões musculares e dores nessas regiões dos músculos, garantir caráter analgésico para o Marapuama. 

 

Triterpenos: Possuem as mesmas características de os monoterpenos, a diferença é o número de unidades de isopropeno na estrutura molecular do composto químico. Os terpenos de modo em geral, tem papel importante na proteção contra fungos, insetos e outros perigos ambientais, garantindo maior qualidade da Marapuama ao ser colhida. Mas o principal objetivo no organismo é atuar no sistema nervoso em receptores e neurotransmissores. Eles também se dissolvem em gorduras (os lipídeos), atuam na inibição da captação de serotonina, isto é, semelhante à um papel de um antidepressivo, porém de forma totalmente natural. Marapuama aumenta a síntese de dopamina, o GABA e Serotonina.

 

Flavonoides: Marapuama ainda possui flavonoides, responsável por cores lindas e exuberantes nos alimentos, mas não somente isso! São pigmentos que causam a coloração de plantas e seus frutos, auxiliam na defesa contra predadores e atraem insetos polinizadores para favorecer a produção. Nos humanos, os flavonoides da marapuama ajuda na prevenção e tratamentos de doenças, colaboram para o melhor funcionamento e estabilidade do organismo e outras características. São 6 tipos de flavonoides e a Marapuama obtém todos eles! São as flavonas, antocianidinas, flavanonas, isoflavonas, flavonóis e catequinas.

 

Flavonas - são potentes antioxidantes que combatem radicais livres que causam o envelhecimento precoce, especificamente. Além da marapuama, existem outras plantas que você pode encontrar esse pigmento, como aipo, salsa, pimenta e ervas. Antocianidinas também são antioxidantes no Marapuama que ajudam contra os radicais livres. A diferença é que há participação em tratamentos para obesidade, doenças cardiovasculares e principalmente diabetes! Esses pigmentos podem ser encontrados em frutas avermelhadas inclusive, como morango e cereja, além de outras cores como uvas, ameixas e vinho tinto.

 

Flavanonas - são encontradas em foco nas frutas cítricas, como laranja e a tangerina. Eles têm papel anti-inflamatório no corpo e lutam para reverter as inflamações crônicas. Também são usadas para saúde do sistema circulatório, fornecendo benefícios ao sangue. Isoflavonas são os flavonoides mais populares dentre as categorias no Marapuama. Ele tem ação semelhante à progesterona e o estrogênio, que é o hormônio sexual feminino. Com isso, pode ajudar contra problemas que são causados pela falta, como a menopausa, diminuindo seus sintomas e amenizando o câncer hormonal.

 

Flavonois - possui variados benefícios, como ação anti-inflamatória e antioxidante. Seu consumo é diretamente associado a prevenções de doenças consideradas crônicas, como diabetes, infarto por entupimento de vaso sanguíneo e obesidade. Além da marapuama, são encontradas em alimentos como brócolis, couve e alface. Por fim, Catequinas são um tipo de flavonoide que traz muitos pontos positivos para o corpo humano. Taxas de colesterol no sangue, sintomas de fadiga crônica e níveis glicêmicos são melhoras no corpo pelo uso de Marapuama, por causa desse pigmento. Com exceção da planta, pode ser encontrado em cacau, feijão e uva.

 

Xantonas: Polifenóis de baixo peso, no caso, menos gramas por mol, que são achados em diversas plantas da vegetação amazônica, como o Marapuama. É constantemente utilizada na medicina para tratamentos de doenças cardiovasculares que precisam de vasodilatação como método de cura. Porém, na verdade, os efeitos que elas causam no corpo humano podem ir além, dependendo dos radicais conectados em sua estrutura química molecular. Um teste em besouros comprovou que as xantonas possuem ações vasodilatadores independentes de endotélio, importante detalhe que as classificam como essenciais para o sistema circulatório.

 

Saponinas: são glicosídeos dos esteroides ou dos terpenos, que citamos acima, dentro da composição do marapuama. Sua principal característica é ser um composto anfifílico. Isto é, parte de sua estrutura é lipofílica, que dissolve em lipídeos (óleos e gorduras). Já outra parte é hidrofílica, que significa sua capacidade de se dissolver em água. Com isso, possui efeitos de redução da tensão de líquidos e ações emulsificantes. Seu benefício destaque dentro do uso de Marapuama é poder apresentar ação antifúngica, antibacteriana e antiviral, por atuar nas membranas celulares, impedindo a conexão de invasores em seu glicocálix.

 

Lipídeos: Lipídeos é a forma científica que damos o nome à óleos e gorduras (de boa qualidade) presentes no Marapuama. Eles possuem diversos papéis importantes dentro do organismo e servem para controlar alguns aspectos dele. O primeiro benefício é que, por ser uma gordura de boa qualidade, se classifica como HDL na taxa de colesterol corporal. O que é vantajoso para pessoas que possuem níveis altos dessa taxa, pois com o consumo adequado, há o quadro de reversão desse problema. Outro detalhe é a participação na produção de energia. Obviamente, não rende tanto ATP como uma glicose (carboidrato), porém, ainda sim é importante para desenvolver disposição do usuário, pois quando estamos com glicose ausente, os lipídeos armazenados (sem ganho de peso) são usados como reserva energética!

 

Taninos: São especialmente fenóis, que caracterizam com função orgânica com ligações de hidrogênio e oxigênio. Os taninos podem ser utilizados como mecanismo de defesa do Marapuama, inicialmente, contra predadores e pragas, garantindo a qualidade de uso da planta. Isso ocorre devido ao sabor amargo produzido pelo pigmento. Para os seres humanos, os taninos são importantes para a saúde do organismo, especialmente na área digestiva e processos oxidativos das células. Na digestão, ele ajuda a ter maior excelência nos procedimentos gastrointestinais, enquanto na oxidação, esse benefício favorece a ocorrência de respiração celular (produção de energia), que necessita de gás oxigênio para sua realização.

 

Para que serve a Marapuama?

As funções que a Marapuama tem dentro do organismo são várias. A principal delas envolve o favorecimento no desempenho sexual masculino e feminino, sendo reconhecido como fonte natural de estímulos sexuais. O que a planta faz é promover no sistema endócrino, a síntese de hormônios que são responsáveis por fornecer sensações de prazer e afetividade, como testosterona, progesterona, entre outros.

 

Dessa forma, Marapuama é incluído em tratamentos para disfunção erétil, impotência sexual, infertilidade masculina, atraso de maturidade sexual, falta de libido, ejaculação precoce, cólica menstrual e Tensão pré-menstrual (TPM). Pode servir pra tratar doenças psicológicas também, como depressão e reduzir a ansiedade. Celulite e inchaços podem ser amenizados.

 

Marapuama funciona como estimulante sexual?

Pois bem, o destaque principal da demanda pela Marapuama nas lojas de produtos naturais é o fato de agir como estimulante sexual, resolvendo muitos problemas que são relacionados à essa área: Disfunção erétil, falta de apetite sexual, insuficiência na produção de libido e falta de hormônios sexuais são alguns deles. Mas será que isso é verdade? Vejamos;

 

O marapuama possui propriedades que atuam no sistema nervoso como incentivador na síntese de hormônios sexuais. Além disso, devido a sua melhora na neurotransmissão, o corpo capta eficientemente a sensação de desejo sexual, promovendo uma produção de testosterona, estrogênio ou progesterona, de maneira otimizada. Por fim, por ter característica vasodilatadora e favorecer a circulação sanguínea, a maior velocidade do sangue influencia indiretamente ao aumento da quantidade de libido a ser produzida pelo organismo. Então, sim! Marapuama funciona como estimulante sexual!

 

Outros benefícios da Marapuama?

A Marapuama pode ser benéfica em outras áreas do corpo, além dos estímulos sexuais, como no sistema circulatório, em que melhora o fluxo sanguíneo para a área pélvica, possui ação antioxidante evitando um grande número de doenças e reduz a fadiga em músculos. Além disso, contribui com o sistema digestório na melhora de trânsito intestinal e digestões. Por ter um pouco de ferro em sua composição, pode prevenir a anemia. É utilizada para cura de diarreia e possui propriedades significantes como aliviadora, tônica e antirreumática. Porém, não há comprovações cientificas sobre esses efeitos adicionais, a única prova é o aumento natural de níveis de testosterona. Confira a seguir outros benefícios do Marapuama:

 

Melhora a memória: Por ser altamente benéfica no sistema nervoso do consumidor, a planta marapuama pode promover o aumento da eficiência das atividades de neurotransmissores. Dessa maneira, as funções do cérebro são otimizadas e a área responsável pela memória, mais desenvolvida. Com isso, pode-se estipular o uso de Marapuama para tratamentos de Alzheimer, por exemplo.

 

Contra mal-estar: Ainda sobre o sistema nervoso, a sensação de mal-estar é eliminada com o consumo correto da planta. O marapuama estimula a produção de serotonina, hormônio responsável pela sensação de prazer e bem-estar. Além disso, como estimulante sexual, também possui efeitos de autoestima, garantindo melhor qualidade de vida.

 

Contra menopausa: A marapuama também é útil para tratamentos contra a menopausa e/ou sintomas de TPM agravados. Como atua por ser um estimulante sexual natural, nas mulheres, promove a síntese de estrogênio e progesterona, o que ajuda na diminuição de sintomas como irritabilidade, indisposição, etc.

 

Contra paralisia infantil: Os indígenas já usam o marapuama contra problemas semelhantes à paralisia infantil. Entretanto, apenas no século XX, a confirmação do efeito sobre a doença foi confirmada. Isso deve-se ao fato de que o Marapuama possui propriedades anti-inflamatórias, analgésicas e benéficas aos músculos, que podem ser vítimas de sintomas dessa enfermidade.

 

Contra ansiedade e estresse: Novamente sobre o sistema nervoso, é perceptível o quanto Marapuama faz bem para essa área do corpo. A produção de hormônios para o bem-estar, como dito anteriormente, pode ter efeito indireto sobre doenças como Ansiedade e Estresse. A serotonina tende a diminuir os sintomas provocados por essas enfermidades, garantindo maior qualidade da saúde mental dos consumidores. 

 

Por fim, a Marapuama pode ser utilizada para fins estéticos e de embelezamento que visam a aparência e a saúde capilar. Uma de suas características é agir contra a queda de cabelo, em que muitas mulheres já se adequaram ao uso da planta para este tipo de processo.


 
Quais as formas de uso e como tomar?

Os meios disponíveis para encontrar a marapuama é pela sua versão in natura, como cascas secas e picadas ou fresca, para o preparo de chá da planta, pode ser achada na forma de pó em lojas de produtos naturais ou em cápsulas, para aqueles que preferem a suplementação, devido a praticidade de consumo que essa maneira oferece.

 

O número de pessoas que já se adequam ao uso de Marapuama é bastante alto. Como alternativa natural para diversos incômodos e tratamentos para doenças, o consumo da planta amazônica tornou-se popular, obtendo variadas formas disponíveis, graças à biotecnologia. Assim, iremos mostrar os detalhes de cada forma de consumo em tópicos a seguir.

 

Chás: Para preparar o chá de Marapuama, basta misturar duas colheres de sopa de cascas picadas com uma quantidade de água considerável para seu uso. Após o ato, é preciso ferver por 20 minutos, repousar e coa-lo para bebe-lo. Deve ser consumido de 2 a 3 vezes por dia, nunca mais que isso.

 

Pó: O marapuama em pó pode ser utilizada para o preparo de chás e para a mistura que é usada para passar nos cabelos. No caso do tratamento capilar, adicione o pó e mexa bem dentro do recipiente com água, para posteriormente, com o auxílio de um pincel, passar sobre o couro cabeludo. Depois, basta enxaguar para retirar.

 

Suplementação: Essa maneira de consumo do Marapuama é a mais popular atualmente. Isso porque a praticidade que ela oferece é uma grande vantagem em relação às outras. Com isso, pessoas que trabalham intensamente e não têm tempo para preparar um chá ou misturar o pó na água, optam pela Marapuama em Cápsula.

 

No caso de suplementos, recomenda-se de 2 a 3 cápsulas por dia, geralmente. Dependerá de sua prescrição médica e das concentrações do fabricante. Por isso, a consulta com nutricionista pode ser considerada válida, a fim de evitar qualquer situação indesejada com o uso do produto.

 
Quais os efeitos colaterais e contraindicação?

Como é um remédio natural, as chances de ocorrem efeitos colaterais do Marapuama são bem pequenas. Porém, o consumo em excesso pode acarretar sintomas como insônia, tremores nas mãos, palpitação e problemas na ejaculação. Pessoas com TDAH que usam estimulantes do sistema nervoso central não devem consumir Marapuama.

 

Há contraindicações do Marapuama para pessoas portadoras de adversidades cardiovasculares, grávidas ou mulheres que já amamentam, hipertensão e alérgicos a qualquer um dos componentes da planta. Assim, faz-se necessário a consulta com um médico ou nutricionista sobre a inserção de Marapuama na alimentação cotidiana ou cuidados estéticos, no caso do cabelo.

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