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Dolomita

 

Provavelmente você nunca ouviu falar da Dolomita, ou será que sim? A Dolomita é um mineral de alta qualidade, querido por muitos arquitetos e designers de interiores, mas também por médicos, dermatologistas principalmente. A característica cor branca da Dolomita facilita sua identificação no meio ambiente. Sabe aquelas pedras brancas que decoram jardins e plantas domiciliares? É desse mineral que estamos falando!

 

Uma fonte rica em magnésio, a Dolomita pode ser útil em tratamentos que esse sal mineral é eficaz, devido às suas propriedades e especificidades químicas. Como possui um percentual de cálcio, é benéfica também para ossos e fortalecimento de estruturas do corpo. Além disso, o sistema nervoso pode ser otimizado, deixando o usuário mais “pré-disposto”, ou melhor, preparado para mudanças inesperadas no cotidiano.

 

Chega a ser impressionante como a natureza se diversifica e propõe vários recursos para seus habitantes, principalmente nós, seres humanos. Um dos benefícios mais antigos que há no planeta, são os minerais, de composições e formas variadas. Derivada de Carbonato de Cálcio, a Dolomita é uma pedra muito conhecida por confecções e deixar um ar mais sofisticado no local.

 

Entretanto, poucos sabem que a Dolomita é extremamente importante para a saúde da pele e beleza em geral. Podendo ser utilizada até para os cabelos, ela se difere da argila por seu aspecto um pouco mais fino e alta absorção. A seguir, relataremos o que é, para que serve, qual a função, como tomar e os possíveis efeitos colaterais deste mineral.

 

O que é Dolomita?

A Dolomita Branca, na verdade, não possui uma origem específica, as civilizações antigas já usavam esse mineral para tratamentos e decorações, porém, os únicos relatos são de que eram encontradas na natureza em locais de grande abundância. Só se sabe ao certo sua composição, mas não como ela foi formada pela primeira vez.

 

Possui fórmula química de CaMg(Co3)2, isto é carbonato de cálcio (Calcário Dolomítico) com uma ramificação de magnésio, o que caracteriza sua classificação como fonte deste elemento químico. Repare que a presença de CO3, tri-óxido de carbono, é uma indicação de reações anteriores a formação da pedra, o que dá valor à hipótese de que ocorre a interação entre H20 e CO2 com os minerais de Cálcio, acrescidos de magnésio posteriormente para completar a composição e fornecer características importantes para o desempenho neural do corpo.

 

A Dolomita foi reconhecida de fato dentro da ciência geológica pelo francês Déodat de Dolomieu, no qual o nome do mineral se refere ao seu sobrenome, como homenagem pelo feito. Além de teores significativos de magnésio (como dito acima), a rocha dolomítica também possui presença de Ferro em suas extremidades, chamado de Siderite, enquanto o sal mineral abundante, Magnésio.

O mineral dolomita é de cor cinza com detalhes brancos bastante chamativos. Em propriedades de materiais, sua dureza, densidade e nível de cristalização são destacados dentro da geologia.

 

Como dito anteriormente, sua gênese é desconhecida, mas acredita-se que a formação ocorre advinda de fluidos das grandes profundidades, em áreas desgastadas pela movimentação de placas tectônicas do oceano, por um tipo de interação entre micróbios em lugares com alto nível de sal. Este tipo de afirmação é chamado de teoria hidrotermal.

 

Por outro lado, há hipótese de que seja resultado entre mistura de água salgada e água doce.

A dolomita é extraída desses mineiras formados por causa do calcário, o que justifica sua cor branca. Posteriormente, é purificado para retirar supostos componentes contaminantes aos humanos.

 

Quais os principais nutrientes da Dolomita?

Quando falamos sobre nutrição e composição química, nos referimos aos principais agentes causadores dos benefícios destacados da pedra Dolomita. A importância de estar ciente sobre o poder nutricional que a Dolomita possui, baseia-se na compreensão da atuação dos sais mineiras (presentes nela), com intuito de refletir sobre a necessidade de uso para seu corpo.

 

Resumindo, a Dolomita é considerada fonte de carbonato de cálcio e magnésio, como vimos acima. O papel de cada um desses componentes, auxilia na estrutura do corpo e funções essenciais para a estabilidade da sua saúde. Veja agora, o detalhamento do Cálcio e Magnésio da Dolomita, sobre como agem em seu organismo;

 

Cálcio: O cálcio é o sal mineral mais importante para o corpo do ser humano. Sua participação na estruturação dos ossos é fundamental para a qualidade dos mesmos. Como é um composto de maior abundância na composição da dolomita, torna a pedra utilizável para tratamentos que envolvam doenças que atacam o tecido ósseo.

 

O cálcio da dolomita é o sal mineral mais abundante do corpo, tendo por volta de 2% do peso corporal de um adulto, sendo localizado em esqueleto e dentes. Ele é responsável por essas estruturas, que são indispensáveis para nós. A manutenção óssea é fundamental e esse componente é o maior colaborador para isso.

 

Além disso, o cálcio também é participativo nas funções neuromusculares do sistema. Nas fibras, o fluxo do mineral pode desencadear movimentos de contração muscular, quando está indo para o interior de uma célula do tecido conjuntivo. O principal componente do Dolomita atua também como mensageiro dentro das células.

 

Na membrana plasmática, age como estimulador de permeabilidade, quando entra em contato com as proteínas intrínsecas e fosfolipídios, localizados no revestimento da estrutura celular. A secreção de hormônios também é favorecida em algumas unidades citológicas, com as que estão situadas nas adrenais.

 

Um detalhe importante sobre o cálcio da Dolomita, é que ele pode melhorar a coagulação sanguínea, já que age na ativação de procedimentos que colaboram para esse benefício. Outro ponto é a pressão arterial, que estabelece uma relação direta com os níveis de cálcio presentes no organismo, prevenindo e ajudando em tratamentos de hipertensão.

 

Por fim, acredita-se que o cálcio seja colaborativo para a diminuição de massa gorda e ser efetivo contra obesidade. Algumas pesquisas sugerem que a alimentação rica no mineral em pacientes obesos, apresentou grande influência no peso corporal depois de 45 dias de dieta. Mas, isso é uma informação que veremos detalhadamente mais à frente.

 

É valido ressaltar que o cálcio da dolomita precisa de alguns aliados para ter atuação efetiva no corpo, como a vitamina D e K2, que ajuda no quesito absorção do nutriente pela ingestão de alimentos, inclusive da dolomita em suplementação ou em pó. O melhor horário do sol para obter vitamina D é pela manhã, entre 9:00 e 12:00 horas. A vitamina K2 tem função de inibir agregações plaquetárias excessivas, auxiliando o cálcio na coagulação sanguínea.

 

Magnésio: O segundo mineral mais abundante da Pedra Dolomita é o Magnésio! Ele é responsável pelo desenvolvimento do metabolismo e o crescimento ósseo, o que garante maior equilíbrio de reações químicas que ocorrem todos os dias no corpo, nessas estruturas. A carência de magnésio pode gerar problemas como má circulação sanguínea, irritabilidade, arritmias, câimbras e dores musculares.

 

Esse sal mineral da dolomita, atua como transportador de proteínas, além de produtor e ajudante na absorção de nutrientes. Ele também estimula as enzimas a trabalharem em seu desempenho máximo, chamado temperatura ótima enzimática. É participativo no fortalecimento de ossos, melhora o funcionamento dos neurônios e sus impulsos nervosos, além de promover melhor saúde cardiovascular.

 

O magnésio ainda pode ser útil como um antidepressivo natural, por promover a produção hormonal de serotonina e dopamina, hormônios que são responsabilizados pela sensação de prazer e bem-estar social. Nos músculos, ele contribui no relaxamento (ao contrário do cálcio, que é contração), vasodilatação e digestão, tornando a dolomita uma ótima forma de suplementação!

 

Participa de mais de 300 reações químicas do corpo humano, tendo com base o controle de glicose no sangue, regulação da pressão arterial e produção de proteínas, o que seria útil no tratamento para diabetes, que é uma doença característica pelo excesso de nível glicêmico na corrente sanguínea.

 

Para finalizar, um fato interessante sobre o magnésio é que ele auxilia o transporte de íons de cálcio da dolomita para o restante do organismo, sendo uma complementação para os benefícios do sal mineral alcalino terroso. Esse processo é feito especialmente nas membranas celulares.

 

Qual a função do Dolomita?

A Dolomita age no organismo praticamente envolvida pelos minerais de sua composição, ou seja, cálcio e magnésio. No caso do Cálcio, este mineral é responsável por participar da estrutura de ossos e dentes, de processos neuromusculares e regulamento do miocárdio, importante componente do sistema circulatório. Com isso, a dolomita interfere positivamente estimulando as ações do Cálcio, ampliando os benefícios e efetivação do seu serviço no corpo humano.

 

Já o magnésio, atua como neurotransmissor no sistema nervoso, encarregado de levar impulsos nervosos por várias áreas do organismo, enquanto tem um protagonismo na formação de ossos e na absorção de proteínas, sendo esta última função uma das mais importantes. Com o consumo de Dolomita, as vantagens que o magnésio propicia, são avantajadas.

 

Para que serve a Dolomita?

A Dolomita é fortemente procurada, principalmente por idosos, por causa de seus benefícios no tecido ósseo. Com Cálcio e Magnésio, o minério pode oferecer fortalecimento dos ossos, devido ao aumento da quantidade destes minerais no corpo durante a suplementação, o que faz com que estruturas dos ossos sejam reforçadas e processos naturais ao passar da idade, como raspagem de articulações, sejam diminuídos consideravelmente.

 

Outra demanda da Pedra Dolomita é motivada pelo tratamento estético que ela oferece, para cuidados e saúde do tecido epitelial, especialmente em locais como o rosto. Na sua versão pó, ela é capaz de tratar queimaduras (o que faz ser utilizada, muitas vezes, por médicos), inflamações e/ou irritações, reparação de acnes, herpes, remoção de manchas e rugas.

Com isso, é evidente que a dolomita serve tanto para fins de tratamento, quanto para favorecer a estética e embelezamento.

 

Dolomita emagrece?

Um questionamento que muitos clientes, previamente a aquisição da Dolomita, fazem é sobre o processo de emagrecimento com o produto. Afinal, Dolomita realmente emagrece? Pois bem, se você leu tudo até aqui, lembra-se do tópico sobre o cálcio, quando falamos que o sal mineral pode ajudar na perda de peso.

 

Com isso, podemos afirmar que é exatamente por causa do cálcio que a dolomita consegue ajudar a emagrecer! Obesos possuem problemas cardiovasculares frequentemente, devido ao acúmulo de gorduras nos vasos sanguíneos, que interrompe a circulação e propicia a infartos, hipertensões, etc.

 

Dessa forma, como o calcário dolomítico atua no favorecimento da coagulação sanguínea, essa situação pode ser revertida, se houver o consumo devido de cálcio na alimentação e na suplementação, por meio da dolomita. Por isso, é comum observar dolomita presente em tratamentos de doenças circulatórias ou procedimentos de emagrecimento!

 

Outros benefícios da Dolomita:

Um detalhe importante, ainda na questão da beleza com a dolomita, é que ela pode ser usada para cuidados com os cabelos. Isso porque seu pó, misturado com água fervida, pode hidratar e fortificar os fios de cabelo. Por ter propriedades que favorecem esse procedimento, também contribui contra a queda, seborreia e regula a produção de óleo.

 

A dolomita possui diversas características que podem colaborar indiretamente para circulação no sangue, por exemplo. Outro ponto é que pode ser usada por atletas que objetivam a hipertrofia, pois evita a fadiga dos músculos, dando-lhes maior elasticidade, inclusive. Como tem alto teor de magnésio, auxilia a memória e pode ser profilático para doenças que afetam essa região cerebral, como o Alzheimer.

 

Como Cálcio é um elemento químico classificado como Alcalino Terroso, no caso a família 2A, a dolomita ajuda a combater a gastrite, adversidade caracterizada pelo decaimento de Ph no estômago. O Ca funcionando como base, tende a equilibrar os níveis ácido-base no sistema digestivo. Além do mais, pode resolver problemas de coagulação sanguínea, para quem possui baixa pressão arterial ou a falta de contração suficiente nos músculos cardíacos, como o coração. Veja abaixo, outros benefícios que o Dolomita pode nos oferecer;

 

Protege a saúde bucal: Alguns dentistas gostam de recomendar o uso de dolomita como complemento para melhorar a saúde bucal dos seus pacientes. Como cálcio ajuda na estruturação dos dentes, juntamente com o potássio, a prevenção de problemas como cáries e outras situações que são derivadas da limpeza mal feita, é efetiva.

 

Além do mais, adversidades como afta ou gengivite podem ser resolvidas com o uso de dolomita, devido aos seus teores de carbonato de cálcio, presentes em sua composição.

 

Estômago: A pasta de dolomita, feita por meio da dolomita em pó, pode ajudar a combater doenças que atingem a região gastrointestinal, como diarreia, digestão mal realizada, gases presos, intoxicação alimentar, casos de úlcera e gastrite.

 

Cabelo: A pedra dolomita ainda é capaz de revitalizar e fortificar os fios de cabelo e suprir a necessidade de nutrientes do couro cabeludo, por aumentar e otimizar as demais absorções que o organismo realiza todos os dias, inclusive na região capilar. Assim, a queda de cabelo e ocorrência de caspas são altamente prevenidas com esse processo de tratamento.

 

Tratamentos fitoterápicos: Os tratamentos baseados em plantas ou derivados da natureza podem ser eficientes por não apresentarem reações alérgicas, devido à ausência de compostos adicionais que causam esse problema. Por isso, a dolomita se encaixa perfeitamente nesse quadro, sendo utilizada principalmente em receitas médicas de Proctologia e Gastrologia.

 

Quais as formas de uso e como tomar?

Geralmente, para alimentação, o ideal é consumir alimentos ricos em Ca e Mg, quanto para usos estéticos, você encontra a dolomita em forma de suplementação de pó(para posteriormente, misturá-la com o líquido adequado, para o respectivo procedimento, pois é utilizada como cataplasma)e existe a possibilidade de usa-la para decorações em casas. Sendo assim, apresentaremos os detalhes, a seguir, sobre como fazer e utilizar.

 

O ministério da saúde, juntamente com a OMS, recomenda que um adulto ingira, em média, cerca de 1 grama de cálcio por dia, presente na dolomita. Porém, essa é apenas uma recomendação generalizada, pois fatores como idade, fases de crescimento e se a mulher está gravida ou não, interferem nesse nível de consumo.

 

Além da dolomita, fontes boas de cálcio podem ser os leites e derivados, peixes e vegetais (somente alguns, em específico). Alguns alimentos são Laranja-lima, leite integral, mamão formosa, pão de queijo, pescada frita, queijo fresco e sardinha assada. Mas, e o magnésio? Quais serão as informações sobre ele?

 

No caso do magnésio, a OMS recomenda o uso de 0.3 gramas por dia do mineral em seu organismo. Mas não se preocupe, na dolomita, as porcentagens de magnésio não são tão preocupantes a esse ponto. Porém, um nutricionista seria ideal para estabelecer sua dosagem diária do produto, já que ele pode reconhecer as reais necessidades do seu corpo.

 

“Mas onde comprar dolomita? Onde posso encontrar dolomita em pó?” Fique tranquilo! Lojas de produtos naturais são os alvos principais da grande demanda pela dolomite! Confira a seguir, as maneiras de uso mais comuns;

 

Suplementação: Ingerir a dolomita em forma de pó, juntamente com água, não é saudável e nem consumível. O correto é investir alimentos ricos de seus componentes, como Cálcio e Magnésio. Todos já sabemos que o Cálcio é um importante sal mineral para a sustentação do tecido ósseo e mandibular (dentes). Além disso, a coagulação sanguínea é otimizada pelo Ca2+ (Sua forma cátion).

 

Ademais, o Cálcio presente na Dolomita também promove a ativação de enzimas importantes no corpo que ajudam no desempenho dos músculos, na contractilidade, sensibilidade e funcionamento do coração (miocárdio).

 

Já o magnésio da Dolomita, pode melhorar as condições do sistema nervoso, desenvolvendo melhores respostas do corpo aos impulsos nervosos causados pelos neurônios, o que deixa o usuário pré-disposto e proativo para mudanças e situações inesperadas do dia a dia. Por isso, procure sempre inserir na sua dieta derivados de leite (como iogurtes, Danone, queijos, etc), repolho, grão de bico, tofu, salsa e chia.

 

Dolomita para Pele: Também chamada de máscara de porcelana, a Máscara de Dolomita pode agir nos poros da pele, o que penetra e anula a acidez presentes em determinadas áreas do rosto, no qual foi aplicada. Ela penetra com facilidade e rapidez, desinflamando, desintoxicando e cicatrizando as regiões danificadas, como queimaduras, espinhas, manchas, cravos inflamados, entre outros.

 

Basta adicionar água ao pó, até obter uma pasta. Depois, passe no rosto com um pincel ou as próprias mãos e deixe por cerca de 20 a 25 minutos. Após isso, retire a máscara com água da torneira ou um chá, fica a critério.

 

Dolomita para Cabelos: A solução preparada pelo Pó de Dolomita pode ser essencial para tratar os cabelos. Atuando como um hidratante natural, as propriedades da Dolomita permitem que ela aja como estimuladora à produção e equilíbrio de óleo no cabelo, contra a existência de seborreia e fortificadora dos fios do couro cabeludo.

 

Prepare uma mistura entre uma colher de sopa de Dolomita em pó com água fervida, até formar a pasta. Passe no cabelo com um pincel e deixe por 30 minutos. Lave o cabelo após o tempo estabelecido para a remoção. É aplicável em cabelos secos ou molhados.

 

Decoração: A Dolomita também pode ser utilizada para fins decorativos, se pensarmos na estrutura física da rocha dolomítica. Arquitetos e Designers de interiores utilizam bastante para deixar uma impressão mais sofisticada do ambiente e natural, simultaneamente. Locais como plantas, decorações para sala, área de lazer, portaria da casa e jardins são ótimas opções que super combinam.

 

Tem efeitos colaterais e contra-indicação?

A dolomita é um mineral que possui boa compatibilidade com organismo, geralmente. Porém, em casos de consumo em excesso, poderá haver situações que não são esperadas pelos usuários que cometem esse erro, pois muitas pessoas ainda acreditam que quanto mais ingerir, melhores serão os resultados, contudo, é exatamente o contrário.

 

Os efeitos colaterais da dolomita podem ser falta de apetite, dores de estômago, vômitos, cansaço, insônia, irritabilidade e excesso de cálcio que pode gerar dificuldades na coagulação do sangue. Por isso, certifique-se com um nutricionista sobre as necessidades do corpo em relação aos minerais participantes da composição de Dolomita, de forma prévia ao consumo, para evitar essas consequências.

 

Por fim, não esqueça que gestantes, mulheres que amamentam, obesos, lactantes e crianças de até 3 anos só devem consumir os produtos derivados de Dolomita se estiverem sobre orientação de algum médico ou especialista em nutrição. O Ministério da Saúde adverte que não existem comprovações que Dolomita cure diretamente doenças, sendo apenas complementar em tratamentos para pele.

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