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Diabetes

 

Pode parecer um pouco estranho, mas os brasileiros estão cada vez mais doentes, principalmente aqueles que pertencem à geração anterior e sofrem com Diabetes. É simples de entender, visto que antigamente a população não tinha recursos suficientes como atualmente existe nos serviços de saúde nacional, entre eles medicamentos e exames avançados.

 

Com isso, muitas pessoas foram identificadas com HIV, Meningite, Sarampo e (destacadamente)Diabetes. Essa última, hoje atinge quase cerca de 7% da sociedade brasileira, o que significa por volta de 13 milhões de pessoas. Por isso, este artigo foi criado para detalhar informações sobre o conceito da doença, tipos e remédios naturais para tratar algo que é tão presente em nosso meio.

 

O que é Diabetes?

Para uma melhor compreensão a respeito do assunto, primeiro, vamos contar um pouco da história dessa enfermidade. Na verdade, se for parar para refletir, a história da diabetes é bem interessante. Isso porque tudo começou no antigo Egito (por volta de 1500 anos a.c.) quando um documento foi escrito sobre uma doença que era reconhecida pela liberação frequente e intensa de urina, propondo certos tratamentos com plantas e frutos, os recursos disponíveis da época.

 

Dessa forma, no século II já depois de Cristo, as civilizações da Antiguidade Clássica dedicavam-se inteiramente para a Medicina, e esta doença depois de revisada, finalmente recebeu o nome de Diabetes. Essa palavra do grego significa “passar por um sifão”, o que justifica o fato da poliúria se assemelhar á drenagem de água pelo aparelho.

 

Posteriormente, foi a vez da índia se aprofundar no assunto da doença que descobriu uma doçura excessiva na urina do portador. Seguidamente, japoneses e chineses observaram em um teste experimental que entre um pote de urina comum e outro com urina de diabético, havia maior concentração de formigas neste último, porém, a confirmação só aconteceu durante o século XVII.

 

Assim, depois de várias outras reformulações e aprofundamentos sobre a Diabetes, ficou definido que é uma doença na qual o portador não consegue produzir insulina suficiente (advinda do pâncreas) ou não consegue usar corretamente esse hormônio que produz. A insulina serva para controlar os níveis glicêmicos do sangue (quantidade de glicose presente) e encaminhar o excesso para a produção de energia, o que chamamos de geração de ATP.

 

As moléculas de glicose coletadas pela insulina são direcionadas para a realização da Respiração Celular em que as ligações glicosídicas são rompidas, formando compostos menores para facilitar a retirada de hidrogênio durante a fase mitocondrial por certas enzimas que depois são convertidas em energia.

 

Se a insulina não está presente na quantidade ideal ou não funciona corretamente, a glicose atinge um alto índice de porcentagem no sangue (o que denominamos de hiperglicemia) além da produção de energia estar comprometida e o indivíduo frequentemente se sentir cansado ou indisposto.

 

Além disso, como vimos na reflexão histórica, o fluxo de secreção fica totalmente desregulado e a quantidade de glicose presente no sangue reflete pela análise da urina. Portanto, as principais regiões do corpo que são afetadas pela Diabetes são o Sistema Circulatório, Sistema Endócrino e Sistema Excretor.

 

Quais os tipos mais de Diabetes?

Depois de muitos estudos, por volta do século XIX, os cientistas Lanceraux e Bouchardat afirmaram que a Diabetes possuía ramificações que se diferenciavam em alguns quesitos, o que permitiu a classificação de “Tipos” da enfermidade. Dessa maneira, vamos realizar um aprofundamento em cada categoria, para melhores experiências de conhecimento. Veja:

 

Pré-diabetes: 

 

O que é Pré-Diabetes?

É classificada por esse nome, quando o corpo tem condições de desenvolver a doença a qualquer momento. É como se fosse um intermédio entre a homeostase (Estabilidade da saúde corporal) e a diabetes tipo 2, pois o tipo 1, veremos que não se encaixa nesse tipo de situação.

 

O corpo pode apresentar sinais de hiperglicemia, que é o nível elevado de açúcar presente na corrente sanguínea. Por meio de exames, a identificação do quadro pré-diabético pode ser facilmente identificada. Juntamente com o aumento de nível de glicose no sangue, a quantidade de insulina também pode ser ampliada, gerando maior volume de urina liberada.

 

Quais são as causas da Pré-diabetes?

As causas da pré-diabetes podem ser variadas, mas em geral, costuma advir do nível de parentesco do indivíduo. A genética pode ser bastante influenciável no surgimento da enfermidade, sendo o histórico familiar importante para a identificação rápida desse estágio de Diabetes.

 

Além disso, o sedentarismo pode estar fortemente ligado ao estado de pré-diabetes, já que sem atividade física o corpo não consome a energia gasta por glicoses inseridas no organismo, o que consequentemente deixa o sangue supersaturado, em termos de concentração de açúcares.

 

A alimentação rica em hipercalóricos também colabora para o surgimento da enfermidade, visto que a ingestão excessiva de glicose é crucial para a supersaturação explicada acima.

 

Quais os fatores de risco da Pré-Diabetes?

O ganho de peso pode ser o principal fator de risco para a pré-diabetes. Com o aumento de peso excessivo, o nível de açúcar na corrente sanguínea é constantemente maior, o que faz o pâncreas produzir insulina na mesma proporção para compensar cada molécula de glicose.

 

Entretanto, o organismo não entende a necessidade de maiores quantidades de insulina para resolver o problema de excesso de açúcar no sangue, a hiperglicemia. Com isso, o estado de resistência insulínica é originado, fazendo com que ao Insulina perca a eficácia em suas atividades.

 

Outros fatores de risco podem ser doença familiares, que são herdadas geneticamente para a geração posterior, hipertensão arterial, aumento de triglicérides e ovários policísticos. Mães com filhos recém-nascidos com mais de 4 quilos também podem ter chances da doença.

 

Quais os sintomas da Pré-diabetes?

Normalmente é um estado assintomático, o que pode gerar dificuldades no diagnóstico da pré-diabetes. O diagnóstico pode ser a glicemia entre 140 a 199 miligramas por decilitro, já que o quadro normalizado é de 100 a 125. Já no exame de sangue denominado de Hemoglobina glicada, caso o paciente tiver resultado próximo de 6%, é certo de que possui pré-diabetes.

 

Com tratar e prevenir Pré-diabetes?

De início, o tratamento da pré-diabetes é feito a partir da mudança de hábitos alimentares, como a diminuição da ingestão excessiva de carboidratos simples, gorduras saturadas, redução de calorias e estímulo para as atividades físicas.

 

A prevenção para a Pré-diabetes é sempre buscar por métodos saudáveis de alimentação, como verduras, legumes e carnes magras, além do controle de consumo dos carboidratos e evitar gorduras saturadas (Pois são difíceis de dissolver no organismo). Por fim, o exercício físico é fundamental.

 

Diabetes tipo 1:

 

O que é Diabetes Tipo 1?

Também denominada de DM 1, a diabetes tipo 1 é reconhecida quando o sistema imunológico do organismo identifica erroneamente perigo em células do pâncreas, responsável pela síntese de insulina. Por isso, os anticorpos formados atuam contra essas células, levando à ausência ou insuficiência do hormônio.

 

Pode ser identificada por exames de sangue. Geralmente acontece em crianças e adultos, mas como a pessoa nasce com uma genética vulnerável para esse tipo, pode se desenvolver a qualquer momento.

 

A Insulina é responsável por permitir a abertura das células para que as moléculas de glicose possam adentrar e realizar a respiração celular, em presença de oxigênio. Porém, com o organismo produzindo anticorpos contra o hormônio, a glicose não consegue realizar a entrada e se acumula no sangue, gerando a hiperglicemia.

 

Quais são as Causas da Diabetes Tipo 1?

Em geral, as causas da diabetes tipo 1 podem ser resumidas na alimentação e sedentarismo físico. No cardápio diário, alimentos hipercalóricos comprometem a concentração de açúcar no sangue, já que essas moléculas não possuem função se a insulina não funciona no corpo.

 

No caso do sedentarismo, além das glicoses não absorvidas pelas células, as que conseguirem esse feito serão “paradas” e inutilizadas, visto que o corpo não irá exigir energia para aguentar alguma atividade física. Com isso, supersaturação aumenta ainda mais.

 

Quais são os sintomas da Diabetes Tipo 1?

A priori, o principal sintoma da Diabetes tipo 1 é a vontade excessiva de urinar em curtos intervalos de tempo. Isso ocorre devido ao nível de concentração sanguínea desfavorável no corpo do doente. Consequentemente, quanto mais ele urinar, maior será sua sede para repor a quantidade de líquido liberada no corpo.

 

Além disso, a boca seca (por causa da sede constante) pode ser um sinal de Diabetes tipo 1, enquanto a perda de peso, formigamento nos pés e a lentidão para a cicatrização de feridas são sintomas comuns para essa enfermidade. Há casos de fungos na região das unhas.

 

Como tratar e prevenir Diabetes Tipo 1?

O método de como tratar a diabetes tipo 1 é parecido com o estado de pré-diabetes, afinal, tudo se baseia no equilíbrio alimentício e físico do indivíduo. Uma dieta equilibrada em carboidratos, legumes, frutas, verduras, vitaminas e sais minerais (evitando consumir gorduras saturadas) e prática de exercícios físicos são essenciais.

 

Ademais, não é possível prevenir a Diabetes Tipo 1, já que é uma doença de herança genética autossômica. Por isso, o que se pode fazer é evitar que ela agrave e origine complicações, por intermédio de acompanhamento médico.

 

Diabetes Tipo 2

O que é Diabetes Tipo 2?

É a forma mais comum da doença, afetando cerca de 90% dos portadores. Neste quadro, quem produz a insulina são as células beta, porém, ela não age de acordo como deveria. Isso consequentemente leva à maior produção de insulina no corpo.

 

Quando o organismo já está impossibilitado, é o momento que a Diabetes tipo 2 surge. Atinge em maioria as pessoas com idade mais avançada, entretanto, se não for tratada a tempo pode evoluir para uma desidratação grave e causar um coma.

 

Quais são os sintomas da Diabetes Tipo 2?

De modo geral, a Diabetes Tipo 2 é uma doença silenciosa que desperta sintomas apenas quando está em um grau mais avançado, ou seja, no despertar dos sintomas, a situação já e preocupante.

 

Os sintomas da diabetes tipo 2 podem ser a sede constante, boca seca, vontade urinar em curtos intervalos de tempo, a perda de peso e o emagrecimento excessivo, formigamento nas regiões dos pés, demora na cicatrização de feridas e o cansaço frequente, devido à indisposição causada.

 

Quais são as Causas da Diabetes Tipo 2?

As causas podem ser variadas já que a diabetes tipo 2 não deixa de ser uma enfermidade que altera os níveis de concentração de glicose no sangue. O excesso de peso e o acúmulo de gordura abdominal podem ser cruciais para o surgimento da doença.

 

Já a idade acima de 45 anos colabora para a progressão de diabetes tipo 2, enquanto o sedentarismo continua sendo um risco para aqueles que não desejam ter a enfermidade. Quem possui apneia do sono, pressão alta e diagnóstico depré-diabetes, também estão sujeitos ao problema.

 

Como tratar prevenir a Diabetes Tipo 2?

Problemas no pâncreas estão sempre relacionados a heranças genéticas, porém o ponto decisivo para o surgimento de Diabetes tipo 2 é o estilo de vida que cada pessoa leva. Problemas com sedentarismo e alimentação exagerada são os principais motivos.

 

Sendo assim, o hábito saudável de praticar exercícios físicos regularmente e a alimentação controlada são as melhores formas tanto para tratar, quanto para prevenir a doença.

 

Diabetes Gestacional

Quando a Diabetes Gestacional é diagnosticada durante o período de gravidez. Podendo ser transitória ou permanente, é necessário um acompanhamento pós-parto para certificar as condições de insulina e níveis glicêmicos da mãe. Geralmente, aparece no terceiro trimestre de gravidez, mas os exames prévios são a melhor opção.

 

O que ajuda a desenvolver Diabetes?

Para o desenvolvimento de Diabetes, algumas pessoas já nascem com pré-disposição genética para o surgimento da doença. Nesse caso, é necessário realizar exames e impedir o quanto antes a evolução do quadro. Outro fator muito comum que contribui para a enfermidade é a ausência de hábitos saudáveis na alimentação.

 

Excesso de gorduras e alimentos com alto índice de glicose e açucarados, ingeridos frequentemente, podem ser inimigos para aqueles que querem evitar a Diabetes. Algumas situações como pressão alta, colesterol alto, grávidas que tiveram filhos com mais de 4kg, Apneia do sono e uso de glicocorticoides podem contribuir para a doença.

 

Como prevenir a Diabetes?

Não existe melhor maneira de prevenir a diabetes além da prática de hábitos saudáveis no cotidiano. A ingestão de verduras, legumes e pelo menos três frutas por dia é o essencial na profilaxia. A redução do consumismo de alimentos muito salgados, fonte imensa de carboidratos e gordurosos (especialmente gorduras saturadas) é fundamental.

 

Outra dica importante, não só para Diabetes, mas como para um modo de vida saudável, é parar de fumar cigarros, praticar exercícios físicos constantemente, evitando o sedentarismo e controlar o peso corporal, mantendo-se longe da obesidade. Você pode optar por realizar exercícios durante 30 minutos por dia.

 

Quais os remédios naturais que ajudam no tratamento?

Os meios naturais para tratar ou prevenir a diabetes podem ser diversos. Entretanto, é necessário que o tratamento seja feito aliado aos hábitos saudáveis citados no tópico anterior para a obtenção de melhores resultados. Com isso, é recomendado focar nos preparos que tem como principal função regular níveis glicêmicos e interferir positivamente na insulina.

 

As plantas utilizadas geralmente para fazer chás para Diabetes são:

 

Feno-Grego

O Feno Grego é uma planta com nome científico de Trigonellafoenum-graecum, que possui um importante chá natural para Diabetes. É o verdadeiro coringa para problemas de saúde por ter propriedades que se encaixam em variadas profilaxias, especialmente quando se trata do nível de glicose no sangue.

 

A propriedade responsável por dar efeito contra Diabetes é a presença do composto químico 4-hidroxileucina, capaz de estimular a produção de insulina no sangue, porém de forma eficiente e não ineficaz como naturalmente acontece no organismo, conforme explicado anteriormente. Além do mais, o Chá de Feno Grego para diabetes pode diminuir a absorção excessiva de carboidratos, o que facilita a vida de um diabético. 

 

Para prepara-lo, basta inserir 2 colheres de chá das sementes de feno-grego com 1 xícara de água fervida e deixar repousar por 5 minutos. É indicado para consumo após as refeições, controlando o nível glicêmico do sangue depois de inserir boa quantidade carboidratos. 

 

É contraindicado para crianças, grávidas e mulheres em fase de amamentação.

 

Ginseng Asiático

O Ginseng Asiático, também conhecido por cientistas como Panaxginseng, é uma planta medicinal utilizada para diversas finalidades. Quando o assunto é circulação sanguínea, o chá de Ginseng Asiático pode ser essencial para diabetes.

 

O chá dessa planta pode promover maior quantidade líquido sanguíneo no corpo, o que diminui consideravelmente a concentração, já que volume e concentração são grandezas inversamente proporcionais. Pacientes da Diabetes Tipo 2 costumam ser medicados com essa receita.

 

Para preparar, é necessário inserir 1 colher de sopa da raiz de ginseng em uma xícara de água fervida, deixando repousar por 5 minutos. Quando estiver pronto, pode consumir entre 2 à 3 vezes por dia.

 

Os efeitos colaterais podem ser insônia e dor de cabeça. Grávidas não devem usar chá de ginseng sem o acompanhamento médico adequado.

 

Dente de Leão

O dente de leão pode ser outra alternativa para quem quer realizar um tratamento natural contra diabetes. As folhas e raízes podem promover maior equilíbrio de açúcar no sangue. Além disso, a presença de inulina permite o aumento de insulina no corpo, sendo mais eficaz que a comumente produzida pelo corpo em período de resistência.

 

Para preparar, é necessária1 colher de sopa de raiz de dente de leão inserida em uma xícara de água fervida. Posteriormente, deixar repousado por 5 minutos. É permitido consumir até 3 vezes por dia.

 

Camomila

A camomila é famosa na medicinal popular, principalmente por seus efeitos como um calmante natural. Contudo, se ela está nessa lista é porque o chá de camomila também possui benefícios para Diabetes. Ela é capaz de regular o nível de açúcar no sangue e manter tudo sobre controle.

 

Certas situações que a enfermidade pode causar, como vasos sanguíneos afetados, podem ser reduzidos de forma simultânea pelo chá de camomila.

 

Para preparar, basta adicionar 1 colher de sopa de camomila em uma xícara de água fervida, deixando repousar entre 5 a 10 minutos. Logo após, coe e consuma de 2 até 3 vezes por dia.

 

É contraindicado para uso autônomo de gestantes, sendo necessária uma consulta médica anteriormente ao uso.

 

Canela

O chá de canela para diabetes pode ser de grande importância para o tratamento da doença. O líquido consegue controlar os níveis de concentração glicêmica no sangue e ajuda o efeito da insulina ser mais forte. Canela inserida na comida também pode oferecer os mesmos benefícios.

 

No preparo, é preciso misturar 2 paus de canela com 1 litro de água, deixando repousar na geladeira por volta de 8 horas, ou uma noite. Depois, é só retirar os paus e consumir durante o dia.

 

É restrito para uso autônomo de grávidas, pois recomenda-se uma consulta previamente ao uso.

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